

SÉRIE "UP", O MAIS LONGEVO E CELEBRADO PROGRAMA DOCUMENTAL DA HISTÓRIA DA TV, DICA DE ANDRÉ BARCINSKI NO SEU BLOG, DISPONÍVEL APENAS POR ASSINATURA, QUE VALE CADA MOEDINHA NELE INVESTIDO. DEIXEI MEU COMENTÁRIO LÁ E O COPIEI PARA CÁ, QUEM SABE, PARA VOSSA SENHORIA CONHECER MELHOR O TRABALHO DE QUEM TEM SÓLIDO CURRÍCULO PARA SEMPRE ACRESCENTAR ALGO EDIFICANTE EM NOSSA ESTRANHA MANEIRA DE LIDAR COM AS PALAVRAS, PRINCIPALMENTE NUM MOMENTO DE ARIDEZ INTELECTUAL, ATUALMENTE MINHA REALIDADE. BOA LEITURA E BONS VENTOS. PAZ E BEM!
Imagino heróis anônimos, gente normal com empregos normais, quem sabe com algum Lado B para fugir das cobranças de um cotidiano opressor… todos temos uma história para contar!!! Vou procurar, muito bacana a dica, acho que já foi até pauta do Fantástico! No meu caso, espero que ajude no meu diário on-line e nas minhas crônicas; depois que os peritos do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo me aposentaram, senti vontade de me “vingar” deles legando as experiências de alguém que padece de duas enfermidades de origem mental - esquizofrenia e hipergrafia -, mas que não desiste de levar uma vida longe da mediocridade reinante na classe média. Tanta gente reclamando que trabalha demais, tem pouco tempo vago, ou que precisa de mais dinheiro e o cinquentão aqui - morando no município com o melhor IDH do Brasil e com as contas sempre em dia, ou seja, com independência para opinar - com a alma descontente… o que será que Deus e a sociedade ainda querem de mim? Vigiado e perseguido sim, mas com sanidade mental suficiente para não me entregar ao descaso das nossas autoridades eclesiais e políticas e, ainda com um adolescente com 13 anos de idade para edificar para o mundão, também para deixar a ele não só as minhas misérias, porém igualmente o que aprendo, principalmente, com gente que vai morrer trabalhando por um ambiente menos hostil e de interesses além da correria insana por confortos que o dinheiro compra, mas que o tempo, como se fosse um ladrão, rouba com muita facilidade. Parabéns pela luta, Barcinski, sei que me empolgo demais nos comentários que vivo deixando pela WEB - sempre em tom de desabafo -, e por aqui ainda é a novidade que mais me impulsiona a escrever – sou apoiador só há um mês-, mesmo não tão nova assim, pois ouvi e fui à festa de todos os GARAGEM; minha ex, uma preta tão bonita quanto a Maju e uma axézeira no meio da brancada roqueira, aprendeu a curtir Pixies e Teenage Fanclub com o referido coletivo! Agora com um bom patrimônio e uma razoável renda segura para o resto da vida, quero que meu filho seja livre, tenha escolhas, e está funcionando: manda bem na escola, no inglês, na Igreja , de surpresa, apareceu em casa com uma camiseta do Nirvana – e quer outras de bandas de rock – ao invés de uma de marca cara, é teimoso como eu sobre o desacreditado Neymar e, ao invés de um resort, o atual sonho dele é que eu compre equipamento para acamparmos e fazermos trilha na Jureia, Peruíbe, do pouco badalado litoral sul de São Paulo. Ufa, finalmente concluindo, o que será que pessoas ainda jovens, num tempo enigmático de um país que até já aprovou o Apartheid (Margareth Thatcher), têm a acrescentar a quem, na adolescência, não entendia um Wembley lotado de pacifistas à moda hippie - como os das atuais redes sociais - pedindo a liberdade do Mandiba, mas concordando com a política externa caseira da época? Problemática bem atual nesta era de gente como Trump botando fogo no mundo. Seu blog é prova de que cultura underground SÉRIA não é coisa de alienados, nunca foi, nem nunca será. Cadê o povo que chamava o João Gordo e o Clemente, dos Inocentes, de traidores? Os dois ainda estão ativos com uma honestidade que venceu o tempo; já os “lumpen punks” da época - pelo menos os daqui, meu querido ABC paulista -, estão, na minha inteligência – coisa de quem já cumpriu milhares de mandados nas periferias de sampa com sucesso, ou seja, só com a ajuda de pacientíssima conversa para não precisar de auxílio de força policial -, vivendo da ajuda do Estado para projetos comunitários medíocres - que acompanho pelo jornal local e pela Igreja -, mudando só a vida deles, enquanto viciam os jovens numa época de isolamento intelectual que fazia, e que faz, a alegria de políticos com ambições intangíveis para o homem médio, mergulhando um país que tenta ser democrático num estéril debate ideológico direita/esquerda, sem aproveitamento, na prática, por quem precisa honestamente de segurança para trabalhar e poder pagar as contas em dia: no prefácio exclusivo da biografia do The Jesus And Mary Chain, heroicamente lançada há alguns anos por aqui, Bolsonaro foi lembrado negativamente por Douglas Hart, ex-baixista e fundador da banda; já o Lula, quando saiu da prisão, foi até recebido pelo saudoso Papa Francisco. Sim, dois políticos da época da ditadura, famosos mundo afora, fazendo a alegria de jovens que já votam, com a mão no bolso, em qualquer Papai Noel com o dinheiro do Estado para livrá-los de trabalhar com honestidade, ou para auxiliá-los a viver das redes sociais sem ter currículo vasto e honesto; cheios de conteúdo sob encomenda ou de patrocinadores que destoam da opinião que pretendem sustentar, essa “molecada”, muitos já com alguma experiência de vida - eis minha praguinha -, precisa mais de algumas palmadas no bumbum, ou de tendinite nos dedos, que de curtidas! Basta de perseguidos por alguma teoria da conspiração, já passei muito tempo no mundo paralelo. Repito, bem legal a dica do documentário, que deve ter interessantes histórias – nem sempre de sucesso como as dos palestrantes da moda -, realmente vividas por gente real num mundo real. O esquizofrênico aqui agradece, Paz e Bem! Em Tempo: abusando ainda mais deste espaço, não para me autopromover, mas para dar o meu testemunho, essencialmente, apoiando intelectualmente esta empreitada, porém, ao mesmo tempo, criticando quem lucra com a miséria alheia como, por exemplo, o Férrez - mesmo já muito auxiliado pela mass media, ainda sustenta que a rejeita -, que se apresenta como “agitador cultural”…. espero que esse povo deixe o vitimismo de lado e que trabalhe muito por honesto respeito como o genial Oscar, que tive o privilégio de acompanhar de perto, especialmente quando ganhamos o Pan dos Estados Unidos na terra deles; ele sim, merece toda a publicidade dada a ele, nunca foi o injustiçado da vez! Estamos carentes de genuínos heróis: o cara deixou de ganhar muito mais dinheiro e prestígio para não deixar de jogar pela seleção brasileira!!! Parabéns a ele e a você, novaiorquino descendente de poloneses, ou seja, com experiência bem palpável no pós-guerra menos vivido pelos brasileiros natos, pelo “barulho” não só das distorções das guitarras das garage bands que dão saudades, mas também o do regido por vossa senhoria, inspirado pela carência de honesta – quantas vezes usei o vocábulo “honesto” neste comentário? – busca por qualidade cultural entre o que se apresenta como “alternativo ao establishment da grande mídia”, mas que, na maioria da vezes, só revela ideias datadas de comportamentos porcamente testemunhados pelo defensor de alguma opinião - apresentada como atual - para agradar ao grupinho do qual faz parte e que não quer perder espaço no que ataca, ou seja, a grande mídia, a política ou a pastoral da Igreja. Tenho um padre confessor que não gosta muito de mim, mas é a obrigação dele, agindo in persona Christi, ser honesto com ele mesmo e, ao mesmo tempo, com o pecador entregue por Deus aos seus cuidados; será que está fazendo um bom trabalho comigo? Pelo menos os meus raros exemplos de honestidade no mundão secular são, ou tentam, herculeamente, ser honestos. Todos temos tentadoras ofertas para as necessidades mais urgentes; pelo menos aqui, maratonando outras postagens, passo o tempo lembrando de boa parte da minha juventude e que meu filho também aproveite destes momentos de opiniões que vingam no tempo. Vai comigo te conhecer pessoalmente no lançamento do seu novo livro, curto esse tipo de ambiente, mesmo sendo muito tímido. Já trocamos rápidas ideias há mais de duas décadas na tarde do GARAGEM numa praça da Vila Madalena - meu principal objetivo foi o Álvaro Pereira Júnior -, onde também pude admirar a luta livre, o triciclo e o opalão seis canecos da turma do Trovão, gente que não se leva a sério assim como procuro viver, destoando do comportamento mais previsível, mas sem me omitir - omissão é um pecado gravíssimo! - quando defendo uma opinião que julgo importante, mesmo vindo de alguém que, ao mesmo tempo, curte bandas hedonistas e lê a Bíblia com fé, livro de cabeceira de Machado de Assis, que foi ateu. Eis aqui meu próprio Manifesto Antropofágico; que saibamos filtrar o que vem de fora para criar uma arte original e autêntica. Chega ao fim minha pequena saga de longos comentários neste espaço; já estou satisfeito com minha colaboração por aqui. Como no jornalismo gonzo, mais fui notícia que o acontecimento por ela anunciado. Volto ao meu ostracismo com a satisfação do dever cumprido para rezar e curtir a minha família em paz. Padre Cícero, intercedei por nós. GONZO E HIPERGRÁFICO
Enviado por GONZO E HIPERGRÁFICO em 21/04/2026
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