GONZO E HIPERGRÁFICO

A VIDINHA COTIDIANA DE UM ESQUIZOFRÊNICO HIPERGRÁFICO PERDIDO NA WEB

Textos

O CATÓLICO NA OPINIÃO DE UM RABINO

De Doutor Gonzo e um Esquizofrênico, obra de minha autoria disponível na Amazon em formato digital (apenas um dólar) e impresso: “a Igreja não comete a burrice que os judeus de São Paulo fizeram com o polêmico e liberal rabino Henry Sobel, que furtou gravatas numa loja cara nos Estados Unidos e morreu no exílio após tudo que fez por sua comunidade de fé, principalmente no regime militar, quando enfrentou os ortodoxos e não deixou que sepultassem Vladimir Herzog num lugar de desonra no cemitério judaico. Ainda fácil de encontrar nos sebos é o livro O Judeu nos Anos Oitenta, de autoria dele, onde ensina que o cristianismo foi verdadeiramente fundado por São Paulo; que o aborto é só moralmente condenável;, que os líderes religiosos judeus se casam;, que o casal católico só mantém intimidade sexual para procriar e dar continuidade à espécie; que a Quaresma incentiva o antissemitismo; não condenou o assassinato de Eichmann, como brilhantemente fez a filósofa Hannah Arendt, que conheci na disciplina Direitos Humanos, na graduação em Direito numa universidade presbiteriana em São Paulo; e que numa empolgação em uma passeata defendeu a pena de morte para o desequilibrado de 16 anos de idade que torturou, estuprou e matou a jovem Liana Friedenbach e seu namorado, Felipe Caffé; um caso que horrorizou o Brasil inteiro. Enquanto isso, o cardeal da arquidiocese de São Paulo, com quem acho que mantinha calorosos debates, nunca o julgou”.

 

Pois é, terráqueo, as interpretações do catolicismo pelo finado rabino Henry Sobel são bem ignorantes para um líder religioso! Será que os judeus ainda têm esta inteligência de nós, católicos apostólicos romanos? Se sim, devemos fazer o quê? Tratando Jesus apenas como um profeta, o “povo escolhido” deveria melhor se informar sobre Ele, pois o cristianismo é uma religião de um Deus que é amor ágape. Enquanto São João Paulo II os tratou como “irmãos mais velhos”, eles criticaram a canonização de dois religiosos que morreram em Auschwitz e, valendo-se de textos fora do contexto, impediram a beatificação de outro, Léon Dehon, da congregação que deu o padre Fábio de Melo para a Igreja, por antissemitismo. Será que ter opinião própria sobre Campos de Concentração e sobre o Estado de Israel e os Palestinos é pregar ódio aos judeus? Claro que não, paciência com eles, foram vítimas do maior genocídio de idosos, mulheres, crianças e demais civis inocentes de toda a história da humanidade e ainda vivem com medo, basta ver os cuidados com a segurança deles aqui no Brasil: raio-x para entrar na sede do Banco Safra, e colunas de concreto na calçada em frente da sede da Congregação Israelita Paulista. Se neste país da paz a coisa é assim, imagine no Oriente Médio, morando ao lado do inimigo, mas qual inimigo?

 

Palestinos: podem ter a tão sonhada paz se aceitarem fazer parte do Estado de Israel, basta aceitar investimentos em todo o território ocupado por eles, principalmente agora que os escombros de uma insana guerra são realidade tangível que o terrorismo nunca deu ou dará certo, principalmente contra um país que tem forte aliança com os Estados Unidos. Torço para num futuro próximo ocuparem cadeiras no parlamento de Israel, ter judeus como vizinhos de rua, trocarem cumprimentos no comércio do bairro, etc.; tudo isso sem precisar deixar a fé que professam de lado;

 

Irã: troço difícil, nunca entendi a gênese da animosidade entre os israelenses e os iranianos; discordando politicamente do Papa Leão XIV, sou favorável à guerra que atualmente acontece pois nenhum acordo do ocidente com eles vingou satisfatoriamente, as dificuldades econômicas estão cada vez maiores para os honestos trabalhadores de lá - maioria da população -, e não há liberdade religiosa no país dos aiatolás.

 

Fato curioso sobre os judeus de sampa: eles têm um Tribunal próprio para resolver só entre eles desavenças, também de cunho econômico; o que o juiz sem toga decidir deve ser obedecido pelas partes, funciona como um Juízo Arbitral e, mesmo se uma parte não concordar com a “sentença”, não pode recorrer à justiça secular. Ideia interessante, mas será que este isolamento é saudável? Repito para você que é católico: paciência com os judeus. Vamos chamá-los para se enturmarem conosco? Um provar dos dotes culinários do outro e também trocar ideias edificantes na faculdade, no trabalho e no condomínio? Enfim, fazer nossa fé mais conhecida para eles não repetirem as patacoadas de Henry Sobel; ignorância nunca é parte do negócio!

GONZO E HIPERGRÁFICO
Enviado por GONZO E HIPERGRÁFICO em 13/03/2026
Alterado em 16/04/2026


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